Ferrari e Lamborghini são escolhas óbvias para esta lista. Muito óbvio, na verdade. Todo mundo espera exótico.
Mas os carros com motor central não precisam ser impossíveis de comprar. Essa linha do tempo começa na década de 1960, quando o conceito era apenas um sussurro. Temos supercarros, sim. Também temos caixas de pechinchas. Bestas raras. Desastres absolutos. Conceitos que morreram jovens, nos assombrando com e se.
Veja como o motor mudou para o meio sem quebrar o banco, principalmente.
A faísca: Bonnet Djet 1961
Este carro inventou a categoria. Primeiro período de carro de estrada com motor central. Ele andava sobre ossos da Renault. Matra terminou quando Bonnet ficou sem dinheiro. O desespero faz história, ao que parece.
1964 De Tomaso Vallelunga
Parece caro? Parece um supercarro. Tem um coração Ford Cortina. Um de 1,5 litro, para ser mais preciso. O limite de velocidade aqui era de 112 mph. Um teto, não uma sugestão.
A produção foi apertada. Cinquenta e oito unidades entre ’65 e ’67. Raridade não significa valor.
Ford GT40 1965
A Ford queria comprar a Ferrari em 1963. O negócio fracassou. Henry Ford II não gostou de dizer não ao espírito italiano.
Em vez disso, ele construiu um carro para vencê-los em Le Mans.
O GT40 venceu quatro vezes. A vingança tem um gosto doce.
1966 Lamborghini Miura
O protótipo chegou ao show de Genebra. Lamborghini pensou que poderia vender vinte. Apenas vinte.
Ele estava errado. No sétimo ano, 763 foram concluídos. Todos tinham V12 de 3,9 litros atrás do motorista. O mito tornou-se um mercado.
1966 UnipowerGT
O primeiro esportivo barato com motor central da Grã-Bretanha. Construído com peças Mini. Lindo. Frágil, financeiramente falando.
Custa muito para viver. Setenta e cinco feitos em dois anos. Um adorável fracasso.
Porsche 914 1969
Os puristas odeiam isso. Os motoristas adoraram. Custava uma fortuna quando novo. O motor? Baseado em VW. Quatro cilindros de 1,7 a 2,0 litros. Alguns conseguiram o 2.0 flat-6 do 912 se tivessem sorte.
Mais de 100,00 vendidos. O anti-Porsche que se tornou Porsche.
1971 Clã Cruzado
Corpo em fibra de vidro. Motor Hillman Imp. Alto e magro.
Foi mais rápido que a concorrência, principalmente. Também era 40% mais caro que um MG Midget. A matemática não se importa com estilo. 315 construído. Empresa falida. Fim da história.
1971 De Tomaso Pantera
O supercarro italiano acessível. Tinha um Ford 5.8 V8.
Foi mal construído. Surpreendentemente. O visual? Perfeito. Mais de 7.000 feitos ao longo de vinte e um anos. A beleza persiste. Qualidade não.
1971 Maserati Bora
A Citroën era então proprietária da Maserati. Giugiaro desenhou. A Maserati o construiu. Primeira tentativa de motor central da marca.
Parecia o futuro. O mercado viu isso de forma diferente. Apenas 571 foram vendidos em sete anos.
1972 Fiat X1/9
Bertone desenhou esta fatia da vida. Fundamentos do Fiat 128. A primeira opção acessível que realmente funcionou.
Um 1,3 litro alcançava 150 km/h. Um 1.5 veio mais tarde, em 1978. Lento. Diversão.
Falamos destes carros porque desafiaram a tendência. Ou ignorou-o completamente.
A velocidade é realmente a única métrica para o sucesso? Provavelmente não. O X1/9 provou que você pode ser barato e correto. O Cruzado provou que você pode ser rápido e estúpido.
A maioria dos carros com motor central hoje tem preços semelhantes aos de ilhas particulares. Esses lembretes de que costumava ser um exercício de engenharia nas tardes de terça-feira parecem relíquias de uma época mais simples e burra.























