As mortes no trânsito costumavam ser uma espiral ascendente sem fim. A pandemia piorou tudo, é claro. Todos sabiam disso, mas ninguém realmente impediu. Por alguns anos, as estradas americanas foram um moedor de carne. Mas algo mudou.
Novos números federais mostram uma reversão. Na verdade, podemos estar caminhando para mínimos recordes. Novamente, quase mínimos recordes. É o início de ano mais seguro desde 2010-14. Isso é uma notícia decente. Parece um progresso.
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Os números parecem melhores
Aqui estão os dados concretos. Só nos primeiros três meses de 2026, 7.770 pessoas não voltaram para casa devido a acidentes de trânsito. Queda de 4,3% em relação ao ano passado. Small number? Talvez. Mas isso acrescenta.
A taxa caiu para 0,99 mortes por 160 milhões de quilômetros percorridos. O número mais baixo do primeiro trimestre desde 2014. Perdeu por pouco o recorde mais baixo de todos os tempos de 0,98. Um cabelo muito pequeno.
Uma queda de uma década
Este não é apenas um quarto de sorte. É uma tendência. Uma boa.
2025 foi a contagem total de fatalidades mais baixa desde 2019. A taxa anual foi de 1,10 por 100 milhões de milhas. Segundo melhor de sempre. Se 2026 mantiver esse ritmo? Observamos cinco anos consecutivos de declínio nas taxas de mortalidade. Cinco anos.
Pense no pico da pandemia. Em 2021, as mortes aumentaram quase 11%, para mais de 43.000. O maior total desde 2000. Por que? Estradas vazias. Não há policiais para emitir multas. Mais dirigir embriagado. Carros mais rápidos. Uma tempestade perfeita de estupidez e oportunidade.
Os pilotos são esmagados
Nem todo mundo ganha.
Ciclistas. Especificamente, eles.
As mortes por bicicletas em 2025 atingiram 1.148. Até 4%. Perto do máximo em quarenta anos. Enquanto os motoristas ficam mais seguros, os pilotos têm piores chances. O relatório inicial de 2026 ainda não detalha as estatísticas das motos, mas a tendência para 2025 é feia. Pessoas vulneráveis permanecem vulneráveis.
A segurança é igual para todos? Ou apenas aqueles com conchas de metal?
Além dos corpos, há o custo. E Deus, é caro. As colisões custam diretamente aos contribuintes cerca de 30 bilhões de dólares por ano. A sociedade paga perto de US$ 340 bilhões. Quer acrescentar o fator “perda de qualidade de vida”? Esse número salta para quase US$ 1,4 trilhão.
Nós matamos pessoas. Then we bill the economy.























