O paradoxo Saab: 99 problemas, zero chato

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Os Goldbergs. Sabe disso? Não sei. Não importa. Há um clipe circulando nas redes sociais. Isso ficou comigo.

Érica Goldberg. Adolescente miserável. Comendo brownies porque um namorado a abandonou. Sua mãe tenta animá-la. Sugere um cara chamado Bruce.

“Ele dirige algo mais legal que Drew?” Érica pergunta. Ela parece não acreditar na esperança.

“Sim”, diz a mãe dela. “Um Saab.”

Louco. Louco. Aquilo não era um carro. Isso foi uma medalha de honra. Em 1985 – ou sempre que a sitcom existir – um Saab venceu um Ford Mustang 5.0 em termos de frieza. Não desempenho. Não é status. Apenas vibrações.

Esse é o Saab. Quebrado frequentemente. Peças raras. Engenharia estranha. Mas nunca chato. Nem mesmo uma vez. Eles sempre foram estranhos o suficiente para serem interessantes. Quebrado? Talvez. Tedioso? Não.